"BIOGRAFIA"

"Marco Alvarenga"

 
 
 

Marco António de Alvarenga - nascido na Capital Paulista, no dia Doze (12) de Fevereiro de mil novecentos e sessenta e cinco (1965. Mineiro de coração. Cursou o técnico de Administração de Empresa no Colégio Radial sem a conclusão, fez Desenho Artístico e Publicitário pelas Escolas Protec e Projectus. Aos quinze anos aprendeu a operar máquinas gráficas semi-industriais, o qual lhe deu seu sustento.

Após trinta anos de trabalho no ramo Gráfico e Editorial e herdeiro da veia poética de sua mãe Dorothy de Castro, é incentivado pela família e amigos a escrever suas poesias e sonetos, coautor de cinco antologias, Café Com Verso e Café Com Verso II, Emoções Poéticas, You and I e Inspiração em Verso, dois livros de poesias prontos a serem editados e um romance medieval a que se dedica a escrever.

Apaixonado pela vida e pelo amor ao próximo, publicou: “Luares ...o amor em sonetos”, para os apaixonados que ainda acreditam no amor.

Artesão, com um trabalho de reciclagem em madeiras (MDF), faz quadros riscados com estiletes e efeitos com betume, preparando uma futura exposição de suas artes...É colonista no jornal Portal Olhar Dinâmico. Actualmente é membro de ”Confrades da Poesia” – Amora/Portugal

 
Bibliografia:
“Luares” e ainda coautor de cinco antologias, Brevemente dois livros a serem editados.
 

Delírio
 
Sombra da noite, azul escarlate,
Olhos do medo, dourados de sol,
Brilho de estrelas, sabor chocolate,
Buraco da agulha, fisgada de anzol...
 
Por baixo dos panos, segredos ocultos,
Do mudo da fala, pecado da jura,
Panela de barro, e o jarro quebrado,
E o esconde-esconde, à sua procura...
 
Azul verdejante, mingau sem açúcar,
Os cílios dos olhos, na boca o batom,
E a maçã mordida é o mel da abelha.
 
E a lua cereja que sonha, ela beija,
Na noite sombria, azul escarlate,
No céu estrelado, sem ter uma telha...
 
Marco A. Alvarenga – S. Paulo / BR
 
 
 
 
 
 
 
 
Penso...
 
 
Paro para pensar,
pouco posso,
portanto penso,
positivamente pleno,
porém passivo.
Penso pelos poros,
pela pele,
passeando pelos parques,
pelas pacatas planícies,
pelos planetas,
pela paz...
Penso, porque posso pensar!
 
 
Marco A. Alvarenga – S. Paulo / BR
Expresso da Saudade
 
Desembarquei na estação errada,
O Expresso da Vida desviou nos trilhos,
Apitou nas curvas, acelerou o tempo,
Parou na gare e nas malas... Versos...
 
E o comboio de horas marcadas,
Atrasou viagem, mas seguiu seu rumo.
Penetrou no túnel escondeu segredos,
Revelou a alma perfurou rochedos...
 
Esqueceu as rimas lá no meu passado,
Onde no desembarque ora programado,
Atravessou chancela na despedida...
 
Arruinou-me o sonho de felicidade.
Próxima estação dessa nova vida,
Quero me perder do Expresso da Saudade...
 
Marco A. Alvarenga – S. Paulo / BR
 
 
 
 
 
 
 
 
Realidade de um sonho
 
 
 
Quando um sonho
torna-se realidade,
não existe maldade,
pois são leves os sonhos...
São plumas ao vento
o peso de um pensamento,
são penas a voar...
Não existe distância
só uma grande esperança
de não mais acordar...
 
 
           
Marco A. Alvarenga – S. Paulo / BR
 

 
 
 

"CONFRADES DA POESIA"

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