"BIOGRAFIA"

"Filipe Papança"

 
Filipe José Loureiro Lopes Papança - nascido em Lisboa a 22/8/66.
Licenciatura em Matemática Aplicada (1988); Mestrado em Estatística e Gestão de Informação (1997), defendendo a Tese: Estratégias Empresariais em Tempo de Incerteza, publicada pela Universitária Editora (2001). Tese de Doutoramento em fase de conclusão subordinada ao tema A Matemática, a Estatística e o ensino nos estabelecimentos de formação de Oficiais do Exército Português no período (1837-1926) – Uma caracterização em fase de conclusão na Universidade de Évora. Escreveu artigos científicos e apresentou comunicações em congressos.
Proferiu palestras, nomeadamente na livraria Verney a convite da Associação Portuguesa de Poetas e no Palácio Galveias a convite da Câmara Municipal de Lisboa.
Apresentou livros, com especial destaque para as obras da poetisa Maria de Deus Melo.
Participou  em Antologias Poéticas e Literárias, assim como em Blogs, jornais e revistas como a Miriam, Lisboa Tejo e Tudo do Jornal “O Independente”, Raizonline, Jornal Poetas e Trovadores, Boletim da Associação Portuguesa de Poetas." Elaborou prefácios e Reflexões Literárias. Actualmente é membro de "Confrades da Poesia" - Amora / Portugal
 
Bibliografia:
"Ressurreição"
 

Ser ou não ser
 
Expressão dramática;
elevada capacidade de teatralização?
Não!
O espírito que irrompa.
A Vida que finalmente,
desponte.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ressurreição
 
 
A luz cobriu as trevas.
O poder de Lúcifer terminou.
O mundo acabou.
 
Tudo está consumado.
No sangue do cordeiro resgatado.
Agora tudo está n’Ele.
 
Eis a nova Jerusalém sonhada!
A Criação renovada.
 
O Alfa funde-se com o Ómega.
O tempo findou.
A Eternidade germinou!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Loucura do Natal
 
Suprema maravilha do ser,
que se desprende
e nos surpreende.
 
Sinal divino,
anunciando,
a chegada do Deus menino,
Uno e Trino.
 
Alegria misteriosa,
Beleza mais formosa,
Suave oração de amor,
Suavizando,
toda a dor.
 
 
 
 

“Super Treino”

 

Há que alongar,
Há que alongar,
Com o super-treino,
Nos irão brindar.

Com muita caridade,
Beata simplicidade,
e casta castidade,
que de cinto não poderá faltar!

Sábia receita,
para a crise económica debelar!
Que moeda mais faraónica,
Combinação de força Babilónica,
E de paciência Lusa!
Que este meu poema irá cantar!

O Louco
 
Para um verdadeiro louco,
pequena loucura é pouco,
mas se é de origem divina,
inunda e ilumina.
 
 
 
 
 
 
 
 
Gerês
 
O Gerês, cenário de beleza natural.
Porta sempre aberta;
O verde da sua paisagem constitui o cenário ideal;
Para o encontro de poetas de Portugal.
 
 
 
 
 
 
 
Salve Rainha
 
 
 
Ó consoladora dos aflitos!
Ó protectora dos desprotegidos!
Ó consolo dos pecadores!
Salvadora dos náufragos,
Virgem branca, mais branca
             que a neve pura;
Intercede por nós, estes teus filhos muito amados
             para que sejamos salvos.
 
Cobre-nos com a tua graça.
Envolve-nos com o teu manto.
Leva-nos a Jesus.
 
 
           Amem            
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ave Maria
 
O anjo lhe anunciou.
“Faça-se em mim!”
O seu sim,
tudo mudou.
 
Das entranhas
o Infinito concebeu.
Ó Deus menino,
Jesus nasceu.
 
O verbo, a razão,
tornado relação,
passou a viver,
no nosso coração.
 
Em Cannaã confiou,
O mestre da Vida, água,
em vinho transformou.
 
Rainha do Céu,
a Graça o seu véu.
 

 
 
 

"CONFRADES DA POESIA"

www.confradesdapoesia.pt